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	<title>Portal do Jardim.com</title>
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	<description>A Ferramenta Essencial do Verdadeiro Jardineiro</description>
	<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 08:10:24 +0000</pubDate>
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		<title>Frio: Como Proteger as Suas Plantas</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 08:10:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Ricou</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Featured]]></category>

		<category><![CDATA[Inverno]]></category>

		<category><![CDATA[frio]]></category>

		<category><![CDATA[mulching]]></category>

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		<description><![CDATA[O Inverno chegou finalmente e com ele chegaram também as baixas temperaturas. O que fazer uma vez que as plantas, apesar de vivas, não se podem proteger a elas próprias?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]><xml> Normal   0         21         false   false   false      PT   X-NONE   X-NONE                                                     MicrosoftInternetExplorer4 </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> </xml><![endif]--><!--  --><!--[if gte mso 10]> <mce:style><!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Table Normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} --> <!--[endif]--></p>
<p>O Inverno chegou finalmente e com ele chegaram também as baixas temperaturas. Se para alguns o frio é tempo de diversão, na neve, para outros é tempo de estar à lareira com os amigos.</p>
<p><a href="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/proteccao_frio.jpg"><img class="size-medium wp-image-1831 alignright" title="proteccao_frio" src="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/proteccao_frio-198x300.jpg" alt="" width="198" height="300" /></a>Ora o tema que vos trago relaciona-se exactamente com isso: O que fazer uma vez que as plantas, apesar de vivas, não se podem proteger a elas próprias?</p>
<p>Nem todas as plantas são sensíveis ao frio mas hà algumas que se não forem protegidas podem acabar por morrer. Os métodos de protecção são muitos e variam dependendo da espécie em causa e do seu grau de desenvolvimento.</p>
<p>Vou apenas citar alguns exemplos que me parecem importantes.</p>
<p>Para plantas de jardim como a estrelícia, o jacarandá (quando pequeno) e quase todas as plantas herbáceas de flor como as alegrias do lar, que estejam no exterior devem ser protegidas.</p>
<p>Normalmente recorre-se à colocação de uma manta térmica em tecido (ver imagem) com a ajuda de estacas, que se compra em qualquer centro de jardinagem e que de facto protege eficazmente as plantas.</p>
<p>Se as plantas estiverem em vasos devem ser  colocadas numa zona protegida do jardim e inclusivamente podem ser levadas para o interior desde que isso seja possível.</p>
<p><a href="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/mulching.jpg"><img class="size-medium wp-image-1832 alignleft" title="mulching" src="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/mulching-300x175.jpg" alt="" width="300" height="175" /></a>A colocação de <em>mulching </em>em canteiros e caldeiras de árvores novas também ajuda a superar o frio, pois este tipo de materiais são usados para entre outras, reter a humidade e reduzir a amplitude térmica, exemplos disso são a casca de pinheiro e a palha.</p>
<p>Os relvados também podem e devem ser protegidos.  Como?</p>
<p>Não se trata de cobrir o relvado com uma qualquer manta ou plástico mas antes recorrer-se às usuais boas práticas. Ajustar-se o sistema de rega para as condições de Inverno, ou seja, uma rega rápida logo pelo amanhecer para derreter mais rapidamente a geada. Mas atenção, em zonas em que neva ou se prevê que as temperaturas vão estar próximo ou abaixo dos 0 ºC durante o dia não deve ser feita qualquer intervenção pois corre-se o risco de ao regar provocar o formação de gelo e queimar a relva de vez. As adubações de Outono e o último corte de relva antes do Inverno são também muito importantes na manutenção de um relvado.</p>
<p>Em pomares de kiwis é imperativo que ao conceber o sistema de rega se pense num sistema adicional de nebulização da parte aérea da planta, pois esta é bastante sensível à geada.</p>
<p>Também a utilização de sebes em zonas ventosas reduz os efeitos do frio, esta técnica é usada sobretudo em pomares da maioria das árvores de fruto em sistema intensivo.</p>
<p>A construção de uma pequena estufa no jardim pode também ser uma solução eficaz para protegermos algumas plantas que são mais sensíveis ao frio durante o Inverno.</p>
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		<title>Livro: «ÁRVORES E ARBUSTOS EM PORTUGAL»</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 08:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redacção PortaldoJardim.com</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

		<category><![CDATA[Arquitectura Paisagista]]></category>

		<category><![CDATA[Ornamentais]]></category>

		<category><![CDATA[paisagismo]]></category>

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		<description><![CDATA[O livro ÁRVORES E ARBUSTOS EM PORTUGAL vem preencher um vazio na bibliografia fundamental da Arquitectura Paisagista e constitui uma referência na temática das plantas ornamentais em Portugal, com grande interesse para arquitectos paisagistas, engenheiros agrónomos e jardineiros e com grande utilidade para amadores que se interessam pela jardinagem como actividade lúdica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/arvores_arbustos_pt6.jpg"><img class="size-medium wp-image-1825 alignright" title="arvores_arbustos_pt6" src="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/arvores_arbustos_pt6-278x300.jpg" alt="" width="193" height="209" /></a>O livro ÁRVORES E ARBUSTOS EM PORTUGAL vem preencher um vazio na bibliografia fundamental da Arquitectura Paisagista e constitui uma referência na temática das plantas ornamentais em Portugal, com grande interesse para arquitectos paisagistas, engenheiros agrónomos e jardineiros e com grande utilidade para amadores que se interessam pela jardinagem como actividade lúdica.</p>
<p>Obra indispensável para o estudo da Arquitectura Paisagista este livro reflecte um trabalho singular realizado pelo Arqº Paisagista José Marques Moreira .</p>
<p>O Autor é um reconhecido especialista em plantas ornamentais, e uma referência como pedagogo, tendo ensinado estas matérias e tendo aplicado os seus conhecimentos na sua actividade pública e como profissional liberal.</p>
<p>Com 440 páginas, em formato álbum, o livro facilita a utilização dessa informação, sendo mencionadas cerca de 2200 plantas complementadas com 738 fotografias.</p>
<p>O livro foi lançado no passado dia 16 de Dezembro, cuja apresentação foi levada a cabo pelo Professor Gonçalo Ribeiro Telles e pelo Autor.</p>
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		<title>Alecrim aos Molhos</title>
		<link>http://www.portaldojardim.com/pdj/2008/12/alecrim-aos-molhos</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 08:35:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Botelho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aromáticas &amp; Medicinais]]></category>

		<category><![CDATA[Featured]]></category>

		<category><![CDATA[alecrim]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o Inverno já instalado entre nós, o começo do ano lectivo e a necessidade de estudo, escolhi uma das principais plantas que actua como estimulante cerebral!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]><xml> Normal   0         21         false   false   false      PT   X-NONE   X-NONE                                                     MicrosoftInternetExplorer4 </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> </xml><![endif]--><!--  --><!--[if gte mso 10]> <mce:style><!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Table Normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} --> <!--[endif]--></p>
<p>Com o Inverno já instalado entre nós, o começo do ano lectivo e a necessidade de estudo, aplicação e concentração exigida a professores e alunos, escolhi uma das principais plantas que actua como estimulante cerebral, contribuindo para uma memória mais aguçada e uma concentração mais eficaz. Este mês irei falar sobre o alecrim e no próximo falarei noutra planta com propriedades semelhantes, não um arbusto, mas uma majestosa árvore de grande porte: gingko biloba.</p>
<p>O alecrim é conhecido também por alecrinzeiro, alecrim dourado, alecrim alvar, em inglês <em>rosemary</em>, em espanhol <em>romero </em>e em francês <em>romarin</em>.</p>
<p><a href="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/ilust_alecrim.jpg"><img class="size-medium wp-image-1810 alignright" title="ilust_alecrim" src="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/ilust_alecrim-230x300.jpg" alt="" width="230" height="300" /></a></p>
<p>O alecrim (<em>Rosmarinus officinalis</em>) cujo nome científico é muitas vezes confundido com o rosmaninho (<em>Lavandula stoechas</em>) é um arbusto vivaz da família das labiadas, possui numerosos ramos lenhosos, cheiro fortemente aromático, pode chegar a atingir cerca de dois metros de altura. Nos países mais quentes pode chegar a florescer durante todo o ano, excepto nos meses mais frios do Inverno.</p>
<p>O alecrim alvar, de flores brancas, é agora uma raridade. São mais comuns os alecrins de inflorescências lilases e azul arroxeado, dependendo isto do tipo de solo e clima onde se desenvolva.</p>
<p>As flores de pequeno tamanho são muito utilizadas na perfumaria, mas é nas folhas que se encontra a máxima concentração de óleo volátil, utilizado no fabrico de óleo essencial.</p>
<p>É cultivado um pouco por todo o mundo. Em Portugal cresce por toda a parte, especialmente no centro e sul. Na serra de Monchique e da Arrábida, podia ainda há pouco tempo encontrar-se a variedade alecrim alvar de flor branca e rosa claro. A plantação do eucalipto e o consequente empobrecimento do solo, são um dos factores responsáveis pelo rápido desaparecimento desta variedade.</p>
<p>As variedades espontâneas são sempre medicinalmente mais eficazes do que as cultivadas.</p>
<h2>História</h2>
<p>O alecrim foi trazido para a Europa pelos primeiros monges cristãos, tornando-se muito popular nos jardins dos conventos onde era já utilizado para fins medicinais, mas também era colocado nos armários para afastar traças, e queimado nos quartos para purificar o ambiente onde tinham dormido pessoas doentes.</p>
<p>Nas lendas cristãs representava a Virgem Maria a quem é suposto ter protegido durante a fuga para o Egipto.</p>
<p>O alecrim está associado a cerimónias fúnebres desde o tempo dos egípcios que o utilizavam para embalsamar os corpos. No Império Romano enfeitavam-se com alecrim as imagens dos espíritos protectores da casa e da família.</p>
<p>Na antiguidade colocavam-se nas mãos dos mortos raminhos de alecrim que simbolizavam a imortalidade da alma e queimavam-nos durante rituais e celebrações religiosas.</p>
<p>Em muitos cortejos fúnebres é ainda comum os acompanhantes levarem ramos de alecrim que colocam na mão do defunto ou lançam por cima da sepultura.</p>
<p>Durante a festa dos pastores que se celebrava em Abril e comemorava a fundação de Roma, era hábito queimar-se alecrim para perfumar os fontanários, bosques e rebanhos sagrados.</p>
<p>Os estudantes gregos entrelaçavam rebentos de alecrim antes dos exames para reforçar as suas capacidades mentais. Tanto na Grécia como em Roma era utilizado em casamentos e funerais para coroar os convidados de honra das festas com grinaldas.</p>
<p>Na Europa era símbolo de devoção eterna e é usado ainda hoje na lapela do noivo e na grinalda da noiva.</p>
<p>Os médicos árabes utilizavam-no para ajudar os seus pacientes a recuperar a fala perdida na consequência de ataques cardíacos.</p>
<p>Na China é ainda hoje utilizado contra insónias e fadiga.</p>
<p>O nome da famosa água-da-Hungria, cujo principal ingrediente é o alecrim, deve-se ao facto da rainha Isabel da Hungria, septuagenária e muito doente, ter recuperado a saúde e rejuvenescido graças a uma mistura que ela própria preparava, juntando alecrim, alfazema e poejo.</p>
<h2>Propriedades</h2>
<p>Não existem dúvidas quanto à eficácia do alecrim como estimulante do sistema nervoso e do cérebro, melhorando a circulação cerebral, a concentração e a memória. Deve tomar-se uma chávena de chá de manhã em jejum e mais duas ou três ao longo do dia para poder sentir os benefícios passadas uma ou duas semanas.</p>
<p><a href="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/alecrim1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1811 alignleft" title="alecrim1" src="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/alecrim1.jpg" alt="" width="200" height="188" /></a>É útil ainda para aliviar dores de cabeça, insónias, fadiga crónica e estados convalescentes. É auxiliar do sistema digestivo, tensão pré-menstrual, dores de garganta, mau hálito (é anti-bacteriano e anti-fúngico), músculos doridos e cansados. Pode utilizar-se no tratamento de epilepsia e em vertigens. Útil ainda no combate à hipertensão arterial, desmaios e fraqueza associada a má circulação sanguínea.</p>
<p>Por ser um estimulante da circulação cerebral, aumenta o fluxo de sangue no couro cabeludo sendo muito eficaz no combate à queda do cabelo, estimulando e fortalecendo o crescimento das raízes capilares. É também utilizado para reduzir problemas de flatulência, estimular o fígado e a vesícula aumentando o fluxo de bílis. É ainda útil no tratamento da anemia.</p>
<h2>Precauções</h2>
<p>As grávidas não devem tomar o alecrim sem acompanhamento de um profissional.</p>
<h2>Composição</h2>
<p>Óleos voláteis (1 a 2%), borneol, canfeno, cânfora, cineol, matéria amarga e resinosa, grande quantidade de taninos, um glicósido, flavonóides, ácido rosmarínico.</p>
<h2>Agricultura</h2>
<p>O alecrim faz bonitas sebes desde que podadas regularmente, tal como a maioria das aromáticas, beneficia as outras plantas do jardim e da horta e ajuda a combater pestes de flores e hortícolas. As suas flores azuis arroxeadas atraem insectos para o jardim especialmente abelhas (o mel de alecrim é muito apreciado). Gostam de muito Sol e solo bem drenado. Pega muito bem por estaca. A partir da semente é de crescimento muito lento nos primeiros anos.</p>
<p>Existem algumas variedades de alecrim, incluindo &#8220;prostratus&#8221; que é uma variedade rasteira boa para utilizar para cobertura de solo e a pender dos muros.</p>
<h2>Culinária</h2>
<p>O alecrim é muito apreciado no tempero de carnes mas também em vários outros pratos como por exemplo sopa de tomate, beringelas recheadas e decoradas com as pequenas flores de alecrim, adicionam um excelente paladar à maioria dos pratos de massa e vegetais. Pode ainda colocar folhas e/ou flores frescas ou secas (preferível usar sempre a planta fresca acabada de colher) e colocá-las num frasco com vinagre que depois poderá utilizar nos temperos. No azeite, eu pessoalmente não sou partidária de usar este método, pois muitas vezes as plantas aromáticas reagem mal com o azeite podendo este tornar-se tóxico passado algum tempo.</p>
<h2>Cosmética</h2>
<p>O alecrim é muito utilizado no fabrico de champôs sendo estes muito úteis para fortalecer e estimular o couro cabeludo. Em casa pode colocar folhas e flores de alecrim em vinagre que depois utilizará para enxaguar o cabelo que se tornará mais forte, brilhante e macio. O cheiro a vinagre não permanece no cabelo. Pode ainda fabricar a sua loção de massagem da mesma forma, mas utilizando 70% de água e 30% de álcool, ou azeite que também pode ser utilizado em massagens para aliviar dores reumáticas. É ainda utilizado no fabrico de sabonetes e cremes de beleza.</p>
<p>Dioscórides, notável médico e botânico da Grécia antiga, fazia grandes elogios a esta planta.</p>
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		<title>Planta que se Pensava Extinta Encontrada em Caldas da Rainha</title>
		<link>http://www.portaldojardim.com/pdj/2008/12/planta-que-se-pensava-extinta-encontrada-em-caldas-da-rainha</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 18:26:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redacção PortaldoJardim.com</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[As Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Plantas]]></category>

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		<description><![CDATA[Um investigador do Museu Nacional de História Natural encontrou numa ribeira das Caldas da Rainha uma planta que se julgava extinta em Portugal.

A descoberta da Fissidens exilis Hedw. surgiu no âmbito de um estudo ao comportamento das plantas e animais das linhas de água da zona Oeste, desde que as águas dos esgotos têm vindo a ser tratadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um investigador do Museu Nacional de História Natural encontrou numa ribeira das Caldas da Rainha uma planta que se julgava extinta em Portugal.</p>
<p>A descoberta da <em>Fissidens exilis Hedw.</em> surgiu no âmbito de um estudo ao comportamento das plantas e animais das linhas de água da zona Oeste, desde que as águas dos esgotos têm vindo a ser tratadas.</p>
<p>&#8220;Esta descoberta é um sinal das melhorias que estamos a introduzir ao nível da despoluição das linhas de água e como isso tem impactos na vida das plantas e dos animais&#8221;, explicou hoje à Lusa Sandra Carvalho, da empresa Águas do Oeste.</p>
<p>De acordo com a responsável das Águas do Oeste, que iniciou há oito anos o processo de tratamento das águas residuais, &#8220;as plantas e os animais foram muito massacrados ao longo dos anos pela poluição e o processo de regeneração não é fácil mas podemos dizer que esta descoberta é a prova concreta da melhoria dos ecossistemas&#8221;.</p>
<p>O investigador César Garcia do Museu Nacional de História Natural, de Lisboa, encontrou a pequena planta na ribeira da Quinta da Boneca.</p>
<p>A <em>Fissidens exilis</em> é uma planta da família das Fissidentaceae, que vive em taludes geralmente calcários, húmidos e sombrios, não formando geralmente populações de elevada dimensão.</p>
<p>A Águas do Oeste e a associação ambientalista Nostrum, das Caldas da Rainha, estabeleceram um protocolo com o Jardim Botânico da Universidade de Lisboa e a Universidade de Évora para estudar linhas de água.</p>
<p>Fonte: LUSA</p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://www.nostrum.web.pt" target="_blank">www.nostrum.web.pt</a></p>
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		<title>Bambus: Cuidados a ter na Plantação</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 11:09:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Ricou</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

		<category><![CDATA[Featured]]></category>

		<category><![CDATA[Ornamentais]]></category>

		<category><![CDATA[bambu]]></category>

		<category><![CDATA[Dicas Práticas]]></category>

		<category><![CDATA[gramíneas]]></category>

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		<description><![CDATA[O planta do bambu está presente originalmente em todos os continentes com excepção da Europa. Pertence à família das gramíneas e é a planta que possui o mais rápido crescimento alguma vez registado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O planta do bambu está presente originalmente em todos os continentes com excepção da Europa. Pertence à família das gramíneas e é a planta que possui o mais rápido crescimento alguma vez registado em todo o mundo.</p>
<p>Em Portugal esteve e penso que continua a estar muito na moda, sobretudo para formar sebes. É uma planta agradável esteticamente, transmite uma certa paz, permanece verde todo o ano (perene), apresenta um impressionante e rápido crescimento em altura e uma espectacular expansão ao nível do solo. É também considerada uma exótica com características invasoras e é exactamente por isso que resolvi escolher este tema.</p>
<p>No decorrer da minha actividade têm-me surgido por diversas vezes casos bastante críticos de plantações “mal realizadas” de bambus que acabam por se transformar em verdadeiras tragédias; quando refiro mal realizadas falo mais especificamente na falta de informação que existe no que respeita a esta matéria. Os maus resultados podem ser evitados se se respeitarem alguns princípios básicos.</p>
<p>Quando se pensa na instalação de uma sebe seja de bambus ou outra, importa conhecer as características inerente à espécie. No caso dos bambus e devido às suas particularidades deve ter-se uma atenção especial a sua instalação.<br />
É uma planta que se desenvolve e cresce (alastra) através de rizomas subterrâneos que circulam a alguns cm de profundidade e que irrompem em todo e qualquer lugar. O único recurso de que necessita é a água em abundância. Por vezes os rizomas aparecem a vários metros de distância da planta mãe e muitas vezes aparecem fora do local que tinha sido predestinado. Neste caso o que fazer?</p>
<p>Mesmo detectado no início da “contaminação”, do solo, já pouco há a fazer; tentar retirar todos os rizomas é uma tarefa que se torna impossível já que basta que apenas tenha restado um pequeno pedaço dum rizoma viável para a situação se voltar a repetir. Substituir totalmente o solo? Esta opção é economicamente pouco recomendável e em jardins com alguma dimensão torna-se completamente irrealizável.<br />
Então a solução não passa por “tratamentos curativos mas sim preventivos” ou seja  quando se pretende utilizar esta espécie devem ser tomadas todas as precauções para que as raízes e seus rizomas não tenham maneira de se expandir fora da área reservada.<br />
<a href="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/barreira.jpg"><img class="size-medium wp-image-1779 alignright" title="barreira" src="http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/barreira-225x300.jpg" alt="" width="212" height="283" /></a>Para isso a colocação de uma barreira física sólida impede que haja contaminações exteriores.</p>
<p>Antes da plantação deve ser aberta uma vala com uma profundidade de cerca de 1m e colocada a barreira fisica escolhida. Por exemplo a colocação de uma tela plástica resistente (ver imagem), uma tela anti-raízes, um murete em cimento, ou outra que seja resistente.<br />
Devemos ter ainda mais atenção quando a plantação ocorre junto a terrenos vizinhos, pois o risco de o contaminar é grande e mesmo que  exista um muro em pedra a separar os terrenos, se não estiver devidamente estabilizado com cimento não constituí uma barreira eficaz, sendo necessário colocar tela nos dois lados da plantação, protegendo por um lado o jardim e por outro o terreno vizinho.<br />
Penso que este é o aspecto mais importante a ter em conta na plantação de Bambus e espero com ele ter demonstrado que mais vale prevenir que remediar. Os custos da colocação das telas são muito pequenos se os comparamos aos problemas que poderão surgir na contaminação de um terreno de um vizinho. Por isso não esqueçam das regras básicas e informem-se antes de tormarem qualquer decisão.</p>
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