Serralves em Festa no mês de Maio, marque já no seu calendário!

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30 de Maio de 2015até31 de Maio de 2015
A 12ª edição do Serralves em Festa, um dos maiores festivais de expressão artística contemporânea da Europa e o maior em Portugal, tem data marcada para 30 e 31 de maio de 2015.
Como tem vindo a acontecer desde a 1ª edição, também em 2015 os portões da Avenida Marechal Gomes da Costa vão abrir ao público às 8 da manhã de sábado e ficar abertos ininterruptamente durante quarenta horas, permitindo aos visitantes assistirem e participarem nas mais diversas iniciativas que Serralves terá para oferecer.  “Um Entre Muitos”, tema que distingue a edição de 2015 do Serralves em Festa, assinala e reforça aquela que é uma das principais singularidades do evento – que propõe, durante dois dias, uma verdadeira existência coletiva, na qual públicos e artistas partilham espaços e experiências.
A programação integra propostas que ilustram a interação das artes visuais com as artes performativas, nas áreas disciplinares da Performance, Música, Dança Contemporânea, Teatro e Cinema, Arquitetura e Ecologia, apresentadas numa relação estreita e integrada com as atividades regularmente desenvolvidas no Museu e no Parque de Serralves. O próximo Serralves em Festa dará um inédito protagonismo à relação com os seus públicos, bem como aos diferentes interlocutores artísticos da cidade, desde associações culturais a escolas artísticas, proporcionando encontros singulares e perspetivas de outras colaborações. As parcerias com instituições portuguesas ligadas à arte, à cultura e ao ambiente continuarão a ser privilegiadas, tornando a Fundação de Serralves, mais uma vez, o maior ponto de encontro de quem pensa e programa artes performativos no nosso país.
Programa a anunciar brevemente.
 

Outro eventos a marcar no calendário para o mês de Maio: 

EXPOSIÇÕES 
CASA DE SERRALVES: O CLIENTE COMO ARQUITETO
22 Maio a 6 de Setembro
 
A Biblioteca de Serralves guarda uma parte substancial do arquivo de Carlos Alberto Cabral, nomeadamente a sua correspondência com Jacques-Émile Ruhlmann, Charles Siclis e Jacques Grebèr, arquitetos de Paris que contribuíram para o desenho da Casa de Serralves cujo projeto e obra foram conduzidos pelo arquiteto portuense José Marques da Silva. Num processo que corre aproximadamente de 1925 a 1942, é possível compreender que a forma da Casa de Serralves não nasce do gesto esclarecido de nenhum dos seus muitos arquitetos e que, pelo contrário, a ambição e as expectativas de Carlos Alberto Cabral contribuíram de forma decisiva para o que foi o resultado final, próximo do que hoje conhecemos. Nos documentos do arquivo, é possível descortinar os passos sucessivos desse processo, compreendendo até que ponto o cliente terá conduzido a conceção da arquitetura da casa. Passo a passo, entre desenhos, correspondência, fotografias e uma maqueta que apresenta um estado intercalar da obra, será possível dar a conhecer de uma forma explícita os sobressaltos da criação arquitetónica.
A exposição, comissariada pelo Arquiteto André Tavares é organizada pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves.
 
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MONIKA SOSNOWSKA: ARQUITETONIZAÇÃO
Até 31 de Maio
 
O Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta uma importante mostra das obras escultóricas de Monika Sosnowska. Esta é a primeira exposição em Portugal dedicada à obra da artista. Os seus corredores sem fim, as suas coberturas retorcidas e comprimidas sobre vulgares estruturas em aço, e as suas peças de mobiliário outrora funcional, agora dobradas numa tensão burlesca, aludem a comunidades e histórias, bem como aos corpos e aos ideais que as sustinham. Concebida num diálogo com o projeto de Álvaro Siza para o Museu de Arte Contemporânea de Serralves, a exposição inclui obras criadas desde o início dos anos 2000 até ao presente, nomeadamente corredores e obras de grandes dimensões em ferro forjado, feitas com elementos estruturais destinados a fábricas e habitações, que a artista funde em formas suspensas, pendentes e móveis no espaço, em geral obtendo efeitos espetaculares.
A exposição é organizada pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves e comissariada pela sua Diretora, Suzanne Cotter.
 
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PODE O MUSEU SER UM JARDIM?
Obras da Coleção de Serralves
Até 13 de Setembro
 
Pode um museu ser um jardim? aborda relações concetuais e históricas entre o jardim e o museu. Enquanto algumas obras da Coleção de Serralves versam diretamente ideias de paisagem e natureza — desde o uso de materiais naturais ao movimento das plantas —, outras tratam o jardim como uma metáfora expandida do modo como vemos o mundo. Para esta exposição, junto destas obras da Coleção, são “plantados” no Museu trabalhos de Hans Haacke e Louise Lawler, quais novas espécies que crescem ao lado do jardim bem cuidado que a coleção de um museu representa. Tal como um jardim, a exposição Pode um museu ser um jardim? mudará com as estações do ano: de 6 fevereiro a 26 de abril a exposição apresenta um determinado conjunto de obras e, de 29 de abril a 13 de setembro, outras obras vão tomar o seu lugar no espaço do Museu. Relacionando o espaço exterior do jardim com o espaço interior do Museu, a exposição reflete também o cenário único do Parque de Serralves, concebido por Jacques Gréber, e a arquitetura do Museu de Serralves, desenhado por Álvaro Siza. Esta exposição encara o Museu como um lugar de deambulação e devaneio, nele delineando novos caminhos, e o ato de caminhar como uma prática estética e contemplativa.
A exposição é comissariada por João Ribas Diretor Adjunto do Museu de Arte Contemporânea do Museu de Serralves.
 
 
OFICINAS EM FAMÍLIA
3 Maio| 10H00-13H00 | OFICINAS DIA DA MÃE
 
Construções Baloiçantes
Partindo da ideia de escultura móvel, Construções Baloiçantes procura comunicar com as exposições presentes em Serralves. Peça a peça vai-se compondo em família uma estrutura leve e flexível, cuja dimensão pode ampliar ou reduzir. Com recorte e dobragem vamos transformar folhas de papel em fantásticas construções suspensas.
 
Ilustrações Esquisitas
Claro que as casas podem voar e as melancias podem ter orelhas! A partir da exposição de Harry Smith, que será apresentada em Serralves em Setembro, criaremos ilustrações excêntricas onde a normalidade é incomum! Com desenhos, recortes e carimbos, transformaremos o que temos à mão em universos surreais.
 
Nesta caixinha guardo um mundo
Hoje é o dia de todas as Mães. Um dia em que nos permitimos viajar pela história dos anos, um a um… E que bem crescemos! Dentro de cada um de nós guarda-se um mundo de gerações e gerações, magias e identidades. Se pudesse guardar numa caixinha este mundo, o que daria à Mãe? Um cristal feito por mim? Um perfume feito com a sua planta especial ou o sabonete mais delicado do mundo? Shhhhh…é segredo, vem fazer a tua caixinha.
 
 
10 Maio | 10h00-13h00 | Oficina
Menu pré-historico à la carte
Através de uma viagem no tempo, vamos recuar à idade da pedra. Com as plantas domesticadas da época, convidamos todos a elaborar um menu pré-histórico. No meio de frutos, cereais, leguminosas e oleaginosas, será que os chefs arqueobotânicos conseguem resolver o desafio?
 
 
10 Maio | 11h00 | Percurso
Plantas Domesticadas
As plantas que cultivamos surgiram quase todas fora da Europa e ao longo de milénios foram-se adaptando ao nosso clima e às nossas condições locais, originando variedades tradicionais com uma imensa biodiversidade. Os cereais são disso exemplo, tratando-se da base da alimentação e a fonte da maior parte das calorias que sustentam a vida humana. No percurso pelo Parque serão mostradas diversas variedades tradicionais e comerciais de alguns cereais e exploradas as suas diferenças.
 
 
17 Maio | 10h00-13h00 | Oficina
A minha família é uma selva!
As famílias podem ser numerosas ou pequenas, viver na Europa ou na Ásia, mas uma coisa é certa: as famílias são uma selva! Com o mínimo esforço, até conseguimos imaginar os animais com que se parecem e tudo! O primo-preguiça, a tia-coruja, o avô-leão, a irmã-garça, a avó-doninha e até o pai-canguru… Vamos descobrir a nossa família num surpreendente e divertido safari de desenhos e palavras.
 
 
24 Maio | 10h00-13h00 | Oficina
O mito do homem-aranha cientificamente desvendado!
E se o homem aranha fosse real? Vamos desvendar nesta oficina como seria o nosso herói! Quatro pares de olhos, milhares de pelos no corpo e sem o sexto sentido para o perigo eminente. Sparassidae, filistatidae e… será theridiadae o não desvendado terceiro grupo da aranha geneticamente modificada da história? Não percas esta aventura da caça ao mito!
 
 
24 Maio | 11h00 | Percurso
Insetos e aranhas
Os artrópodes constituem, sem paralelo, o grupo mais diverso de seres vivos no planeta terra. Podem ser encontrados virtualmente em todos os ecossistemas e habitats do planeta e a sua importância ecológica, muitas vezes esquecida, é vital para o funcionamento da biosfera terrestre. Neste percurso partimos à descoberta da fauna de artrópodes que habita o Parque, onde se observam as espécies mais abundantes e se descobrem outras menos comuns.
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